AMAZONAS · Censo de OAEs · Onda 0
Coletado 18/07/2026 · Vizo Intel + Verified
● Documento de inteligência · uso interno
No Amazonas, a condição das pontes nunca foi encomendada. E a maior ponte do estado não consta de nenhum cadastro.
O cadastro federal registra 132 estruturas no estado: 129 fixas e 3 travessias por balsa, todas em três rodovias. O cadastro estadual registra 33 obras de arte. A Ponte Rio Negro, de ~3,6 km, não está em nenhum dos dois. E nenhuma das duas bases tem um campo sequer para condição estrutural. O achado central do Amazonas não é ponte degradada: é que o dado de condição nunca foi pedido, e que em boa parte do estado a travessia crítica sequer é uma obra de arte.
As três proposições, com o peso de cada uma
Este censo separa o que provou, o que não provou e o que encontrou contra a própria leitura fácil.
Três achados sustentam o estado. Eles têm graus de evidência diferentes, e este documento é explícito sobre qual é qual.
1 · Ausência provada, na própria fonte
A nota de condição não existe como campo em nenhuma das duas bases cadastrais públicas do Amazonas. No cadastro federal, o esquema da base tem 13 campos e nenhum é de condição, avaliação ou data. No cadastro estadual, os 12 campos da ficha de ponte são geometria e localização. É propriedade da fonte, verificada na estrutura dela. fato
2 · Ausência não provada, com o filtro declarado
Na base federal de contratações, no recorte varrido (2023 a 2026, unidades do Amazonas), não foi localizado contrato autônomo e dedicado de monitoração estrutural, instrumentação ou inspeção cadastral de OAE. A afirmação vale apenas para esse recorte, e as ressalvas estão nesta página. leitura escopada
3 · Presença documentada, contra a leitura fácil
O contrato nacional de inspeção do DNIT que cobre o Amazonas (Lote 1, 15 UFs) executou 60,9% das vistorias previstas: 1.888 de 3.099 estruturas. Há diagnóstico sendo produzido. O que não há é publicação por estrutura. Este censo se recusa a usar esse número contra o órgão: o Lote 1 é o que mais executou.fato
Limite fixado antes da auditoria externa. Este censo prova lacuna de dado de condição e lacuna de monitoramento contratado. Ele não prova risco estrutural de nenhuma estrutura do Amazonas. As duas coisas não se ligam sem evidência de engenharia, que este censo não tem e não inventa.
Universo
Não existe um número único do Amazonas. Existem quatro camadas.
Nenhum órgão as soma. Este censo as decompõe, e publica a soma apenas junto com a tabela que a compõe.
129
Estruturas fixas no cadastro federal (132 registros, dos quais 3 são travessias por balsa)
124
Com jurisdição federal confirmada por cruzamento. 8 permanecem indeterminadas e ficam fora da conta
33
OAEs no cadastro estadual (28 pontes + 5 viadutos, de 38 estruturas de transposição listadas)
163
Piso verificado do estado: 129 + 33 + a Ponte Rio Negro, ausente das duas bases. Teto: desconhecido
3 rodovias concentram tudo
BR-319 (65 registros), BR-230 (37) e BR-174 (30). Extensão somada das estruturas fixas: 5.430,2 m em 126 registros com extensão informada, média de 43,1 m. As 3 balsas (1.800 m) ficam fora de qualquer soma de estrutura: o próprio cadastro se recusa a chamá-las de ponte.
O que o cadastro federal não preenche
100% dos registros sem nota de inspeção (o campo não existe) · 73,5% sem vínculo com o sistema de gestão que registraria a inspeção · 60,6% sem largura · 80 estruturas gravadas apenas como "Ponte", sem identificar o curso d'água.
O que o cadastro estadual não resolve
Cobre 8 das 34 rodovias estaduais. 16 das 28 pontes não têm nome. 11 das 38 estruturas trazem o comprimento em unidade inutilizável (um viaduto tabelado com 0,27 m). Foi um levantamento de posição, não de integridade: nem a altitude foi medida em campo.
Vintage desconhecido
A base federal não publica data de referência, o que é verificável na própria estrutura dela. Este censo declara: cadastro sem data publicada, extraído em 18/07/2026. fato
132 é piso auditado, não teto provado. Existe um vazio de 63,95 km dentro da BR-319 (km 592,45 a 656,40) em que o cadastro não registra nenhuma estrutura, num trecho que o estudo ambiental da própria rodovia descreve atravessando vários corpos hídricos. Foi testado se o vazio era erro de atribuição de rodovia: não é. Ou os últimos ~64 km realmente não têm obra de arte, ou têm e não estão registradas. Implausibilidade não é prova, e não entra como número. Enquanto esse vazio não for fechado, 132 é piso.
A estrutura-âncora
A Ponte Rio Negro não consta de nenhuma das duas bases.
A maior estrutura do estado (~3,6 km, Manaus a Iranduba, inaugurada em 2011) não está no cadastro federal nem na tabela de transposições do cadastro estadual. A causa é documental: a rodovia que ela serve tem o km 0 depois da travessia. Uma estrutura que antecede o km 0 não tem onde ser registrada.
Ausência de registro, não de gestão
A ponte tem custodiante nomeado (SEDURB), decreto estadual de 2018 instituindo sistema de gestão com centro de controle, e um contrato dedicado ativo de R$ 10.936.080,00 homologados (PE 096/2025). O que não existe é a ficha dela nos cadastros rodoviários. fato
A controvérsia se resolveu por declaração, não por dado
O MP-AM instaurou inquérito civil, em abr/2025, para apurar processo erosivo em talude junto à ponte; a SEDURB respondeu que vistoria de janeiro de 2025 não constatou risco estrutural; e o próprio MPAM retificou, em 28/04/2025, que não há comprovação técnica, via laudo pericial, da possibilidade de desabamento. Não é fato que a ponte esteja em risco. O que o censo registra é o vazio probatório: não há laudo instrumentado público de nenhum dos dois lados. inquéritolaudo: inexistente
A leitura que fica, marcada como leitura. O contrato ativo da ponte cobre centro de operações de segurança, câmeras, controle de acesso e patrulhamento. Nenhum documento localizado registra inspeção estrutural, instrumentação, ensaio ou batimetria. A ponte é vigiada contra gente. Não é monitorada contra si mesma.leitura
A extensão exata é lacuna declarada: circulam 3,5 km, 3,6 km e 3.595 m, sem ficha técnica oficial localizada. Este censo escreve "~3,6 km" e pede o as-built por acesso à informação.
Nota de inspeção · o caso que define o estado
Uma ponte vistoriada com nota "Boa" colapsou em menos de 16 meses.
Em inspeção, o DNIT dá a cada obra de arte uma nota de 1 (crítica) a 5 (ótima). Para as 132 estruturas hoje cadastradas no Amazonas, essa nota não é publicada por estrutura: o campo é vazio por decisão de publicação (o órgão divulga o agregado nacional, conforme determinação do TCU). A nota existe dentro do sistema do DNIT e sai por Lei de Acesso à Informação, e há precedente deferido.
Segundo levantamento de estado de conservação de obras de arte do DNIT, obtido por Lei de Acesso à Informação e publicado pelo Metrópoles em 13/08/2025, a ponte sobre o Rio Autaz Mirim (BR-319/AM, km 24,60) foi vistoriada em 22/06/2021 e classificada com nota 4. Na escala do DNIT, nota 4 corresponde à condição "Boa": "Há alguns danos, mas não há sinais de que estejam gerando insuficiência estrutural.", com ação corretiva "Nada a fazer, apenas serviços de manutenção." A estrutura colapsou em 08/10/2022, menos de 16 meses depois.
Norma DNIT 010/2024-PRO, Anexo C, p. 19 (redação idêntica na versão de 2004, vigente à data da vistoria) · Metrópoles, 13/08/2025 · fato
Lacuna declarada. A Vizo não abriu o levantamento original do DNIT. A nota 4 e a data da vistoria são reproduzidas da reportagem, que declara a origem documental. Pedido de acesso à informação a protocolar para obter o documento na fonte.
O que este caso ataca, dito com precisão: o modo de falha documentado no Amazonas não é ponte não inspecionada. É ponte inspecionada, com nota boa, que colapsou no intervalo entre duas inspeções (o ciclo nominal é bienal). A nota não previu o colapso. Não há laudo público de causa: uma estrutura pode degradar legitimamente em 15 meses por evento hidrológico ou de fundação. O fato é o intervalo. A causa é desconhecida. Inspeção visual periódica é prática aceita e normatizada de engenharia; o argumento honesto é sobre o que acontece entre duas inspeções.
"Importante registrar que a metodologia de classificação das OAE tem como finalidade indicar as estruturas que demandam atuação prioritária por parte do DNIT. Dessa forma, uma estrutura classificada como 'crítica' ou 'ruim' não necessariamente está comprometida em sua capacidade de resistir ao tráfego."
DNIT · Relatório de Gestão 2024, p. 93 · verbatim · esta ressalva acompanha toda menção a nota, sempre
O único número público de capacidade de carga do estado tem escopo estreito e vai declarado com ele: a Portaria DNIT nº 13/2025 proíbe veículos acima de 45 t entre os km 1 e 679,3 da BR-319, com justificativa expressa nas "pontes provisórias de madeira, que suportam no máximo 36 toneladas". Vale para essas pontes provisórias, não para as 132, e não é nota de inspeção.
O achado mais forte do censo
Um contrato de R$ 13,25 bilhões sem preço para degradação estrutural.
A PPP rodoviária estadual (AM-010, AM-070, AM-254, AM-352 e AM-363) manda o futuro concessionário inspecionar patologia estrutural profunda. Mas o anexo de indicadores de desempenho só remunera e penaliza por conservação superficial. Achado 100% documental, com documento, anexo, item e página, e o edital ainda não foi publicado: ainda é corrigível.
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Parâmetro que compõe a "Nota das Obras de Arte Especiais" (verbatim, Anexo 3, item 5.1.2, p. 7)
Peso
1
"Guarda-corpos, guarda-rodas e passeios em bons estados de conservação, após a fase de RESTAURAÇÃO."
2
2
"Elementos de concreto livres de vegetação, após a fase de TRABALHOS INICIAIS."
2
3
"Ausência de sistemas de drenagem dos tabuleiros sujos ou obstruídos, após a fase de TRABALHOS INICIAIS."
2
4
"Ausência de problemas emergenciais, de qualquer natureza, que, em curto prazo, possam colocar em risco a estabilidade da OAE, após a fase de RESTAURAÇÃO."
2
O que nenhum parâmetro mede
Fissuração, corrosão de armadura, carbonatação, aparelho de apoio, junta de dilatação, recalque, socavação de fundação, capacidade portante. Todos itens que o próprio programa da concessão lista como objeto obrigatório da inspeção. Uma concessionária pode tirar nota máxima no grupo OAE mantendo guarda-corpo pintado e dreno limpo.
E mais três fatos do mesmo edital
A medição anual do grupo OAE só começa ao fim da fase de recuperação, cujo prazo é pactuado e pode se estender até o 8º ano da concessão · a qualificação técnica não exige um único atestado de ponte (as palavras "ponte", "viaduto" e "obra de arte especial" não aparecem em nenhum dos 6 requisitos de profissional) · o Lote 3, o mais caro (R$ 5,13 bilhões) e o mais extenso (371,4 km), é licitado com 6 estruturas conhecidas no cadastro estadual, e a AM-352 (98,4 km) tem zero.
"Deverá ser elaborado um cadastro completo de todas as obras de arte especiais (pontes, viadutos, passagens inferiores e superiores e passarelas de pedestres) localizadas ao longo da rodovia."
Programa de Exploração Rodoviária da PPP estadual, Anexo 2.1, item 4.1.4.1, p. 15 · verbatim · prazo: até o 24º mês da concessão
🟡 A leitura, marcada como leitura: quando o poder concedente ordena ao privado criar o cadastro completo como premissa básica de uma concessão de 30 anos, a inferência mais direta é que o Estado não tem esse cadastro em profundidade utilizável. E há uma contraprova parcial que o próprio censo achou: existe um diagnóstico com classificação de estado de conservação, apresentado em audiência pública em 11/02/2026, e não publicado. A leitura correta não é "o Estado não sabe". É "o Estado sabe, não publicou, e mesmo assim transferiu o risco de inventário ao privado".
Universos disjuntos, dito para não induzir erro: a PPP cobre rodovias estaduais. As 132 estruturas federais estão em BR-174, BR-230 e BR-319. Cadastrar as rodovias da PPP não toca nenhuma das 132.
Onde a travessia é crítica
Em boa parte do estado, a travessia crítica sequer é uma obra de arte.
A característica que separa o Amazonas: o problema dominante não é a condição da ponte que existe. É onde a ponte não existe.
O km 0 da BR-319 é uma balsa
A travessia Manaus a Careiro da Várzea é feita por 6 balsas. As pontes definitivas do Curuçá e do Autaz Mirim foram entregues em 2026, mas a ligação com Manaus segue dependendo de balsa no km 0.
3 balsas dentro do cadastro de obras de arte
Rio Madeira (1.200 m), Rio Aripuanã (300 m) e Rio Sucunduri (300 m), todas na BR-230. O próprio cadastro deixa o tipo de obra vazio nas três. Somadas, seriam 24,9% da extensão registrada do estado: por isso nenhuma soma deste censo as inclui.
Pontes de madeira no trecho do meio
A restrição de 45 t da BR-319 é justificada pelo próprio DNIT nas pontes provisórias de madeira, de 36 t de capacidade. A substituição de 19 delas na BR-230 está contratada (R$ 74,8 milhões, até abr/2029).
E a ponte que a cheia cobre
A ponte sobre o Rio Umari, em Lábrea (BR-230), ficou completamente submersa e fechada em 01/02/2026, com risco de isolamento da cidade. Reabertura não confirmada até a coleta.
O efeito do extremo hidrológico, na formulação que a coleta sustentou: no Amazonas, o efeito estrutural do extremo climático se manifesta onde não há obra de arte. Onde existe ponte, a estrutura atravessou seca recorde e cheia sem falha noticiada. Onde a travessia depende de balsa, o extremo interrompe a rodovia federal. E onde a ponte foi projetada sem cota de cheia adequada, a água passa por cima. leitura sustentada pela varredura
Programa federal de manutenção
O Amazonas entrou no programa de manutenção de pontes uma vez, e não voltou à fila de planejamento.
O DNIT mantém um programa nacional de manutenção de obras de arte. O Amazonas está nele desde 2020, com edital, processo e valor publicados. O que não acontece é o estado reaparecer no planejamento anual.
2020: pregão para manutenção de 32 OAEs nas BR-174, BR-230 e BR-319, orçamento R$ 3.803.034,68, status concluído. Houve ainda um lote interestadual AM+RO de 85 OAEs. fato
2022 a 2024: os relatórios anuais do DNIT publicam os planos de manutenção de OAE elaborados em cada exercício, abertos por UF. O Amazonas não aparece em nenhum dos três anos (17 planos em 2022, 49 em 2023, 49 em 2024), verificado por varredura nas páginas das três tabelas. A maior parte das UFs figura em ao menos uma dessas listas. fato
2025: comunicação oficial informa manutenção preventiva de ~R$ 16 milhões em 30 pontes do estado, atribuída ao programa, com conclusão prevista para o 1º semestre de 2026. O contrato correspondente não foi localizado em 2.592 contratos varridos em quatro exercícios. Não é prova de inexistência: é o terceiro caso confirmado, neste censo, de contrato do DNIT que não aparece na base federal de contratações. contrato não localizado
A obrigação que se ancora no estado: por norma interna de 2026, todo contrato do programa termina com inspeção cadastral obrigatória, com entrega em 60 dias e ensaios não-destrutivos previstos. O contrato de substituição das 19 pontes de madeira da BR-230 declara o programa no próprio objeto e vence em 03/04/2029: a obrigação dispara aí. fato
A leitura reta não é ausência do programa: é descontinuidade de planejamento. E ninguém sabe publicamente se as pontes atendidas em 2020 são as mesmas que precisam de atenção hoje, porque a lista das 32 não é pública. leitura
O dinheiro, decomposto
R$ 317,9 milhões em contratos rodoviários vigentes. R$ 0 em monitoramento.
Decomposição contrato a contrato dos vigentes federais no estado, porque o rótulo largo não sobrevive: a maior parte é plataforma e rodovia, não estrutura.
R$ 317,89 mi
Contratos rodoviários federais vigentes no Amazonas
R$ 46,85 mi
Disso, em obra de estrutura de ponte propriamente dita
R$ 0
Em monitoramento estrutural de qualquer natureza, no recorte varrido
R$ 950 mil
O único contrato de monitoração estrutural instrumentada do país (2 pontes, estado vizinho): 2,0% do que o AM gasta corrigindo estrutura
O objeto nomeia estrutura?
Contratos
Valor
Estrutura de ponte, direto
reconstrução da ponte do Autaz Mirim (ETAM, até 09/10/2026) + reforço estrutural da ponte do Rio Atií
R$ 46.846.456,10
Ponte, mas escopo periférico
manutenção dos acessos das pontes do Curuçá e do Autaz Mirim (LCM, até 02/11/2030)
R$ 13.939.272,00
OAE, mas supervisão de obra nova
supervisão das novas pontes da BR-319 (MODERA, até 24/07/2028) · o único objeto contratual que nomeia OAE no estado
R$ 4.256.211,35
Rodovia, plataforma e pontos críticos, não OAE
manutenção da BR-174 (Construtora SOMA, até 10/09/2029) + pontos críticos da BR-319 (LCM) + recuperação da BR-230 (Meirelles Mascarenhas) + plataforma da BR-319 (ETAM)
R$ 252.848.622,71
Total
R$ 317.890.562,16
Cestas distintas, declaradas para o leitor não somar errado: fora do total acima existem outros contratos federais vigentes que tocam o tema por outra natureza, como a substituição das 19 pontes de madeira da BR-230 (R$ 74,8 milhões, obra nova, até 03/04/2029), a restauração e reforço da ponte do Rio Urubu (R$ 6,57 milhões, contratação integrada) e a engenharia consultiva da malha do estado (R$ 89,4 milhões, até 22/10/2030). Nenhum contratado descumpre o que assinou: inspeção de OAE simplesmente não está no escopo de nenhum contrato vigente no estado. A ausência é de contratação, não de execução. A cadeira de monitoração estrutural no Amazonas está vazia.
Janela · próximos 12 meses
As datas que abrem e fecham o estado.
Validade curta. Reconferir cada uma antes de qualquer reunião.
05/08/2026
Encerramento de propostas da licitação de 14 pontes da BR-319 (R$ 76,47 milhões, trecho do meio). Regime semi-integrado: o vencedor projeta E constrói, em 30 meses. O gargalo real é a Licença de Instalação do IBAMA, não emitida. Estrutura nova é a única janela em que a linha de base instrumentada custa quase nada.
30/09/2026
Vence o único contrato de monitoração estrutural instrumentada do país (2 pontes, BR-230, estado vizinho, R$ 950.150,92). A âncora de preço pode ser renovada, reeditada ou perdida.
09/10/2026
Vence o contrato de R$ 44,59 milhões da ponte do Autaz Mirim. A maior janela de fim de obra de estrutura do estado.
OUT/2026
Fim do período eleitoral (destrava noticiário institucional e atendimento de LAI) e conclusão prevista do estudo de viabilidade da BR-319, primeiro documento que pode conter inventário de OAE da rodovia.
NOV/2026
Audiência pública da concessão federal da BR-319. Único momento formal em que um terceiro escreve dentro do desenho do contrato. Depois disso, só como fornecedor do vencedor de 2027.
MAI/2027
Edital previsto da concessão da BR-319 (R$ 9,7 bilhões, 20 anos). A partir daí, o comprador federal da rodovia passa a ser a concessionária.
SEM DATA
Publicação do edital da PPP estadual (R$ 13,25 bilhões): a janela de maior valor do estado e a única sem data. Enquanto não sai, o desenho dos indicadores de OAE ainda é alterável sem aditivo.
Na janela de 24 meses
Sinais, com jurisdição e selo.
Varredura de imprensa e órgãos de controle entre julho de 2024 e julho de 2026, mais os dois colapsos de 2022 que explicam o presente. Cada sinal foi lido por inteiro antes de classificado; a maior parte do ruído não era o que parecia.
SET·OUT 2022
Colapsos das pontes do Curuçá e do Autaz Mirim, BR-319 (fora da janela, incluídos porque explicam o presente). As duas travessias voltaram a ser vencidas por estrutura fixa em 2026. O número de vítimas do Curuçá diverge entre três fontes e este censo não o publica. eventos
JAN 2025
Portaria do DNIT proíbe veículos acima de 45 t na BR-319 (km 1 a 679,3), justificada nas pontes provisórias de madeira de 36 t. fato
FEV 2025
Colapso de ponte de madeira na BR-230, km 80, isolando comunidades do sul do estado. fonte única secundária, matéria não aberta na coleta
ABR 2025
Trechos da BR-230 submersos (km 293 e 603), desabastecimento em Apuí, situação de emergência declarada. E o inquérito civil do MP-AM sobre o talude junto à Ponte Rio Negro (tratado na seção da ponte). fato
FEV 2026
Ponte do Rio Umari (Lábrea) submersa e fechada; interdição para reforma na travessia do igarapé Realidade, BR-319 km 590,11. fato
MAI 2026
Erosão ativa no km 1047 da BR-174, com duas interdições totais noturnas e operação em meia pista, afetando o fluxo de Roraima. Condição atual não confirmada. fato
JUL 2026
Acórdão do TCU sobre as obras da BR-319: inconsistências de anteprojeto e termos de referência, execução física sem lastro orçamentário, sem sobrepreço e sem dano ao erário, impropriedades corrigidas. fato
O que foi descartado após leitura da fonte. Onze casos de obra nova ou inauguração não entraram como sinal de risco (obra nova não é obra em risco). Uma interdição de viaduto em Manaus era reparo programado de pavimento. Uma ponte "Rio Preto" interditada era de outro estado. E a hipótese "a seca comprometeu fundações de pontes no AM" foi derrubada pela própria coleta: zero fonte. Nenhum desses virou sinal.
Base completa
Os 132 registros federais do Amazonas.
129 estruturas fixas e 3 travessias por balsa, com rodovia, quilômetro, tipo, extensão e gestão. Em 13 registros da BR-174 a fonte grava o quilômetro sem o separador decimal; a correção está aplicada e validada por geometria, e declarada registro a registro no dado de origem. Filtre por nome ou rodovia.
132 registros
Estrutura
Rodovia
km
Tipo
Extensão
Nota de inspeção
Gestão
A coluna de nota é vazia nas 132 por propriedade da fonte: o campo não existe na base pública. A nota existe no sistema interno do DNIT e sai por Lei de Acesso à Informação, com precedente deferido em 2025. Nenhuma nota foi estimada.
Limites
O que este relatório não faz.
Não afirma risco estrutural
Prova lacuna de dado de condição e de monitoramento contratado. Não emite juízo sobre a segurança de nenhuma estrutura. As duas coisas não se ligam sem inspeção de engenharia.
Não estima nota nem universo
Onde a nota não é pública, o campo fica vazio. Onde o cadastro não existe (municípios), o registro é lacuna, não estimativa. Nenhum número foi inventado para preencher vazio.
Não soma camadas sem declarar
As quatro camadas do estado são de jurisdição, fonte, data e método diferentes. O piso de 163 é publicado sempre com a tabela que o decompõe. E o universo de hoje nunca é somado com estruturas futuras de edital.
Não compara estados
Este é o retrato do Amazonas. Nada aqui rankeia o estado contra outro.
◆ Vizo Verified
Este documento foi atacado antes de existir.
Antes de chegar a esta página, o censo passou por três travas de auditoria independentes, datadas e declaradas no fim desta página. A primeira, interna, com seis revisores atacando cada número por um ângulo diferente. A segunda, externa, rechecando do zero, sem ler a primeira, com as fontes reproduzidas ao vivo. A terceira parte de cada afirmação publicada nesta página e vai atrás do lastro, no caminho inverso ao da pesquisa.
A auditoria interna deste censo registrou 37 correções de premissa, incluindo a inversão de um achado que uma etapa da coleta chamava de o mais forte dela: a varredura sugeria que o estado estava fora do programa federal de manutenção de pontes, e a contraprova documental mostrou o contrário. A conclusão publicada nesta página é a corrigida, e é mais forte que a original.
Correção aplicada antes da publicação · a razão de o Verified ser pago
É por isso que a informação aqui vem separada em fato, o que tem fonte citável, e leitura, o que é interpretação. Onde a fonte é fechada, a lacuna é declarada com o caminho para obter. Nada é preenchido com suposição.
Referências
Cada número deste documento tem origem. Aqui está.
Fonte, documento, data e página. O que não foi encontrado está declarado no fim, com o caminho para obter.
1 · Cadastro e bases de dados
DNIT · Cadastro nacional de OAEs, camada vgeo:oae_sgo, UF=AM · 132 registros (numberMatched="132"), consulta 18/07/2026, endpoint servicos.dnit.gov.br/dnitgeo/geoserver/ows com CQL_FILTER=uf='AM'. Reproduzido ao vivo pela auditoria externa no mesmo dia. Composição: 129 estruturas fixas + 3 travessias por balsa (o campo de tipo de obra vem vazio nas 3 e preenchido em 121 dos 132)
DescribeFeatureType da mesma camada · 13 campos, nenhum de condição, avaliação ou data. É a prova documental do "campo de nota não existe" e da declaração "cadastro sem data publicada, extraído em 18/07/2026"
DNIT · SNV, camada vgeo:vw_snv_rod · 235 segmentos no AM, versão fixada 202604A (mais 3 vintages históricos testados: 202304A, 202404A, 202504A). Cruzamento de jurisdição: 124 federais + 8 indeterminadas, sem sobreposição. A correção dos 13 km da BR-174 (÷100) foi validada contra a extensão do SNV (1.140,2 km) e a continuidade das coordenadas
SEINFRA/AM · SREAM · "Sistema Rodoviário Estadual – 2024" (PDF, levantamento dez/2012 a mar/2024, publicado jan/2026) · seinfra.am.gov.br · p. 7 (metodologia por imagens de satélite), p. 8 (12 campos da ficha de ponte), p. 12 e Tabela de Meios de Transposição (38 estruturas, das quais 33 OAEs: 28 pontes + 5 viadutos). o texto declara 37 e a própria tabela lista 38: contradição interna da fonte, declarada
2 · DNIT · relatórios, normas e atos
Relatório de Gestão 2025 (178 p.) · PDF oficial · p. 105: verbatim do Lote 1 (60,9% = 1.888 de 3.099 estruturas, 15 UFs incluindo o AM) e Tabela 25 · p. 39: 1.968 de 5.209 OAEs sob jurisdição
Relatório de Gestão 2024 (193 p.) · PDF oficial · p. 93: ressalva verbatim ("não necessariamente está comprometida em sua capacidade de resistir ao tráfego") · p. 181: reprodução oficial do item 9.2.1 do Acórdão TCU 1185/2020 (publicação de totais nacionais, não abertura por UF) · p. 69-73: planos de manutenção 2024 (49 planos, 1.844 OAEs, AM ausente)
Relatórios de Gestão 2023 e 2022 · 2023 (p. 50: 49 planos, 1.724 OAEs, AM ausente) · 2022 (p. 56: 17 planos, 719 OAEs, AM ausente)
Norma DNIT 010/2024-PRO ("Inspeções em pontes e viadutos: Procedimento") · PDF oficial · Anexo C, p. 19: escala de 1 (crítica) a 5 (ótima) e descritor verbatim da nota 4 ("Boa"). Redação idêntica na versão de 2004, vigente à data da vistoria citada
Página oficial do programa de manutenção de OAEs (licitações) · gov.br/dnit · Pregão Eletrônico 492/2020 (32 OAEs nas BR-174/230/319-AM, R$ 3.803.034,68, concluído) e Pregão 334/2020 (85 OAEs, lote AM+RO)
Instrução Normativa DNIT nº 2, de 05/03/2026 (inspeção cadastral obrigatória ao término de contrato do programa, entrega em 60 dias, ensaios não-destrutivos no art. 13) · PDF oficial
Portaria DNIT nº 13/2025 (restrição a veículos acima de 45 t na BR-319, km 1 a 679,3; justificativa verbatim "pontes provisórias de madeira, que suportam no máximo 36 toneladas") · via notícia oficial do DNIT, 22/01/2025, prorrogação confirmada em 25/06/2025
RIMA do Trecho do Meio da BR-319 · PDF oficial · p. 8 (segmentos e quilometragem), p. 9 ("prevista a construção de 71 pontes")
3 · Concessões federais e pipeline
ANTT · Lista de Concessões · gov.br/antt · varrida em 18/07/2026, duas capturas independentes no mesmo dia (195.796 e 195.802 bytes, 40 links de concessão distintos): zero ocorrências de Amazonas, BR-319, BR-174 ou Manaus. É a prova do "zero concessão rodoviária federal no AM"
Ministério dos Transportes · "CRONOGRAMA 2026" (pipeline federal de 14 projetos, nenhum no AM; o item BR-070/174/364 é MT/RO e termina em Cáceres/MT) · PDF oficial
4 · A PPP estadual (o achado do contrato sem preço para degradação)
Edital da PPP Rodoviária do Amazonas · cada.am.gov.br · item 5.1: valores por lote (R$ 5.020.740.746,18 + R$ 3.101.471.345,85 + R$ 5.130.495.163,19, soma R$ 13.252.707.255,22) · item 17.18: requisitos de qualificação técnica. As palavras "ponte", "viaduto" e "obra de arte especial" têm 0 ocorrências no edital inteiro (contagem própria, 18/07/2026)
Anexo 3 · Indicadores de Desempenho · PDF oficial · item 5.1.2, p. 7: os 4 parâmetros verbatim da "Nota das Obras de Arte Especiais" (peso total 8) · quadro de medição, p. 5: grupo OAE medido "Anual, ao fim do período de RECUPERAÇÃO"
Anexo 2.1 · Programa de Exploração Rodoviária, Lote 1 (122 p.) · PDF oficial · item 4.1.4.1, p. 15: verbatim do "cadastro completo de todas as obras de arte especiais" (prazo: até o 24º mês) · item 4.2, p. 28: a fase de recuperação começa após os TRABALHOS INICIAIS (24º mês) e não pode ultrapassar o 8º ano · item 4.6.3.1: itens obrigatórios da inspeção estrutural. Lotes 2 e 3: Anexo 2.2 · Anexo 2.3 (extensões 153 + 98,4 + 120 = 371,4 km). A palavra "nota" tem 0 ocorrências nos três programas (contagem própria, 18/07/2026, refeita após a auditoria externa)
Relatório de Respostas da Audiência Pública nº 001/2026 · PDF oficial · p. 4: verbatim do "diagnóstico técnico das condições atuais, realizado a partir de vistorias e classificação do estado de conservação". O diagnóstico não está entre os 22 PDFs publicados da PPP
5 · Contratação pública (base federal de contratações e portais estaduais)
Varredura da base federal de contratações por órgão e período, em série, com repetição em caso de erro de rede (três resultados vazios falsos por bloqueio de tráfego foram detectados e refeitos; o escopo exato de cada varredura está declarado no corpo do relatório). Auditoria externa refez a varredura de forma independente e mais ampla (111 contratos das unidades do DNIT no AM, 2023 a 2026): nenhum contrato dedicado de monitoração estrutural, instrumentação ou inspeção de OAE.
Contrato 00873/2025 · L.S.E. Laboratório de Sistemas Estruturais · "Monitoração Estrutural Contínua, compreendendo a instrumentação, leitura de dados, análise de comportamento estrutural" · pontes sobre o Rio Itacaiúnas, BR-230/PA · R$ 950.150,92 · vigência até 30/09/2026. É a âncora nacional de preço citada nesta página, de outro estado, e declarada como tal
Contrato 00026/2026 · Construtora ETAM · serviços emergenciais da ponte sobre o Rio Autaz Mirim (km 24,60) · R$ 44.589.290,86 · até 09/10/2026
Contrato 00392/2026 · TRENA · substituição de 19 pontes de madeira da BR-230/AM, no âmbito do programa federal de manutenção de OAEs · R$ 74.800.000,00 · até 03/04/2029
Contrato 00150/2025 · SISCON · engenharia consultiva da malha do AM · R$ 89.402.105,68 · até 22/10/2030
Contrato 00176/2026 · Construtora SOMA · manutenção BR-174 · R$ 188.090.640,65 · até 10/09/2029 · Contrato 00262/2026 · MODERA · supervisão de OAEs na BR-319 · R$ 4.256.211,35 · até 24/07/2028 · Contrato 00197/2026 · ETAM · restauração e reforço da ponte do Rio Urubu, BR-174 · R$ 6.566.280,43 · até 15/04/2027
Concorrência Eletrônica nº 0215/2026-00 (14 pontes do trecho do meio da BR-319) · publicada 17/06/2026 · propostas até 05/08/2026 · R$ 76.465.329,72 · objeto verbatim (cláusula 1.1, p. 25): contratação semi-integrada, projeto executivo e execução, 30 meses · ordem de início da obra condicionada à Licença de Instalação do IBAMA (cláusula 2.1.2, p. 25)
SEDURB · planilha institucional de licitações (fev/2026) · sedurb.am.gov.br · PE 096/2025: Centro de Operações de Segurança da Ponte Jornalista Phelippe Daou, R$ 10.936.080,00 homologados em 29/07/2025. A SEDURB tem zero registros na base federal de contratações: contratação estadual corre fora dela
6 · Controle externo e imprensa (a origem de cada sinal)
TCU · Acórdão 1882/2026-Plenário (Ata 27/2026, sessão 15/07/2026, rel. Min. Augusto Nardes, TC 021.117/2025-0) · inteiro teor aberto na base pública do TCU · fiscalização das obras da BR-319/AM, sem sobrepreço e sem dano ao erário, impropriedades corrigidas
Metrópoles, "Ponte que caiu no Amazonas era considerada 'boa' em relatório do Dnit", 13/08/2025 · URL · fonte da nota 4 e da data de vistoria (22/06/2021) do Autaz Mirim, de levantamento do DNIT obtido por Lei de Acesso à Informação. o documento primário da LAI não foi aberto por este censo: lacuna declarada, pedido próprio a protocolar
Programa federal de R$ 16 milhões em 30 pontes do AM (25/06/2025) · a página oficial da Agência Gov está desativada por legislação eleitoral ("Em respeito à legislação eleitoral vigente, esta página está desativada temporariamente"); o conteúdo está sustentado por espelho que credita a Agência Gov. Reverificação na origem após out/2026. O contrato correspondente não foi localizado na base federal: lacuna declarada no corpo desta página
7 · Trilha do Vizo Verified
Trava 1 · auditoria interna, 6 lentes (18/07/2026): as seis lentes bloquearam e forçaram 37 correções de premissa registradas, incluindo a inversão de um achado que uma etapa da coleta considerava o mais forte dela (a relação do estado com o programa federal de manutenção). Nenhuma lente derrubou o dado bruto
Trava 2 · auditoria externa independente, às cegas (18/07/2026): rodada 1 bloqueou (31 itens rebatidos: 27 conferem, 4 achados). Das 4 correções exigidas, 2 foram aplicadas após conferência na fonte e 2 foram refutadas na própria fonte, com reconhecimento do auditor e causa-raiz registrada. Rodada 2: PASS. A varredura externa de contratos foi mais ampla que a declarada pelo censo e não mudou o resultado
Verificação dirigida dos documentos da PPP (18/07/2026, exigência da Trava 2): os 5 PDFs oficiais foram abertos e os claims desta página rebatidos um a um; uma linha foi corrigida ("após o 5º ano" virou "ao fim da fase de recuperação, teto no 8º ano", que é o que a fonte diz)
Trava de Cobertura · caminho inverso, do claim publicado até o lastro: auditou esta versão da página antes da publicação. Veredito registrado na trilha interna
Lacunas declaradas · o que buscamos e não encontramos. · Nota de inspeção das 132 estruturas federais: o campo não existe na base pública; a nota existe no sistema interno do DNIT. Caminho: LAI, com precedente deferido a terceiro em 2025.
· Documento primário da nota 4 do Autaz Mirim: reproduzida de reportagem que declara a origem (LAI). Pedido próprio a protocolar.
· Quantas das 1.888 vistorias do Lote 1 foram no Amazonas: o relatório oficial não abre por UF. Caminho: LAI.
· Contrato do ciclo de ~R$ 16 milhões / 30 pontes (2025-2026): não localizado em 2.592 contratos varridos. Não é prova de inexistência; é o terceiro caso confirmado de contrato do DNIT invisível à base federal.
· Extensão oficial da Ponte Rio Negro: circulam 3,5 km, 3,6 km e 3.595 m, sem ficha técnica oficial localizada. Esta página escreve "~3,6 km".
· Cadastro municipal de obras de arte: não existe publicamente, verificado em 4 frentes independentes.
· Vítimas do colapso do Curuçá (2022): três fontes, três números. Esta página não publica nenhum.
· Fontes estaduais ao vivo: páginas de noticiário do Executivo estadual e federal sob restrição eleitoral em 18/07/2026. Documentos-fonte (SREAM, PPP, leis) abriram íntegros; noticiário afetado está apoiado em espelho declarado. Reverificação após out/2026.
Por que a lacuna está aqui. Uma lista só de acertos é catálogo. O que prova que alguém foi atrás é o que não se achou, dito com o caminho para obter. Todo número acima carrega fonte e data; toda ausência carrega lacuna declarada.